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A versão de combate do jato M-346 da Leonardo

A empresa italiana apresentou em LAAD, o modelo da que será a versão Fighter Trainer (FT) do seu exitoso treinador M-346 , que já operam quatro forças aéreas principais, incluindo a de Israel. Leonardo montou um grande estande no Brasil, com várias das suas aeronaves, incluindo a maquete do futuro M-346FT. O aparelho conhecido por por portar diverso armamento, como mísseis ar-terra  Maverick, e um pod com um canhão de 20 mm, por exemplo, pois o treinador de combate  pode transportar uma grande variedade de mísseis, lança-foguetes,  munição inteligente e convencional.

Outra característica que terá a M-346FT é um cabide para reabastecimento, como pode ser observado no lado direito da fuselagem, e para cumprir as suas funções de combate levará a versão mais recente, a de 4ª geração do  radar multifuncional Leonardo GRIFO  S. Se a este radar adicionarmos uma adaptação da a sua moderna aviônica obtemos uma plataforma versátil, adequada para uma ampla gama de missões. Assim, em relação às do tipo  ar-terra, pode executar as denominadas  Close Air Support (CAS),  e Counter Insurgency (COIN); ; enquanto que nas do tipo ar-ar é configurado como um dispositivo de Homeland Defence e Polícia Aérea.

Obviamente não é uma aeronave para enfrentar  ou o Eurofighter ou F-35, mas no contexto de grande parte dos países da América Latina, onde poucos podem  se dar ao luxo de comprar, e menos financiar o ciclo de vida dos caças-bombardeiros de 4ª ou 5ª geração , o que parece necessário são dispositivos multifuncionais que mantenham uma capacidade para interceptar aviões do narcotráfico  além de capacidade de ar-terra.

A apresentação desta aeronave, e outras aeronaves e helicópteros de Leonardo, não foi coincidência, pois a Força Brasileira (FAB) é um de seus melhores e mais antigos parceiros na região. Assim, os modernizados caças F-5EM/FM da FAB também incorporam um  radar GRIFO, enquanto o radar SCP-01 SCIPI0 que equipa às aeronaves de ataque leve A1-M (a versão brasileira de Leonardo AMX) foi desenvolvido conjuntamente pela empresa brasileira Mectron e Galileo Avionica da Itália (agora também integrada a Galileo). (Julio Maíz Sanz)


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