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“Make in Índia” seduz Airbus que poderia construir nesse país

A visita do primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, para a França, que marcou o anúncio da compra de 36 caças Rafale Dassault Aviation, trouxe-o no dia 11 de abril nas instalações da Airbus em Toulouse, onde foi recebido pelos diretores do grupo, com o CEO Tom Enders à cabeça. Durante a visita, executivos da Airbus anunciaram sua intenção de reforçar a cooperação industrial com a Índia, atribuindo a este país um papel central nas atividades futuras do grupo de aviação. Desde a entrada em governo do atual primeiro-ministro, a Índia lançou uma revisão de seus contratos de direito militar, sob o slogan “Make in India”, o qual refere-se à preferência de aquisição do que for construída no país por empresas indianas com sistemas de assistência tecnológica de outros grupos internacionais, estratégia que seria até mesmo tema de condicionamento de programas já em curso.

Airbus responde a essa estratégia, oferecendo uma maior colaboração industrial e uma maior contribuição nos produtos do grupo. O grupo europeu compra atualmente produtos no valor de 400 milhões de dólares de quarenta empresas indianas. Airbus dirige na Índia um centro de engenharia civil, outros militares e facilidades de pesquisa e desenvolvimento que empregam mais de 400 pessoas.

Atualmente Airbus Defence and Space participa com a empresa indiana Tata no programa para a aquisição de aviões de transporte, em média, para a Força Aérea da Índia, concorrendo com o C295. Mas em fevereiro o Ministério da Defesa da Índia anunciou que este programa não era uma prioridade, apesar da idade avançada das aeronaves a substituir. (JNG)


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