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Portugal lidera a missão de policiamento aéreo no Báltico

Até ao próximo dia 31 de Dezembro, a Força Aérea Portuguesa (FAP) lidera a missão da NATO de Policiamento Aéreo no Báltico ou BAP (Baltic Air Policing), a realizar na Lituânia, Estónia e Letónia.

A participação Lusa chefiada pelo Tenente-Coronel João Paulo Pires envolve um destacamento com seis caças F-16AM Fighting Falcon das Esquadras 201 "Falcões" e 301 "Jaguares" da Base Aérea Nº5 de Monte Real, assim como 70 militares que terão como missão garantir a operação das aeronaves. As aeronaves projectadas na Lituânia estão armadas com mísseis de combate ar-ar AIM-120C5 AMRAAM e AIM-9Li Sidewinder.

Os seis caças operam a partir da Base Aérea de Siauliai na Lituânia, e as actividades de relato e controlo são conduzidas desde instalações militares Lituanas em Karmelava.

A Portugal juntam-se o Canada com quatro caças CF-188A Hornet operados a partir de Siauliai, a Alemanha com quatro caças Typhoon estacionados na Base Aérea de Amari na Estónia, e a Holanda com quatro caças F-16AM Fighting Falcon empregues a partir da Base Aérea de Malbork na Polónia. As quatro nações vieram substituir a Dinamarca, Polónia, Reino Unido e França.

A participação de Portugal foi aprovada pelo Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN) de Março de 2014.

Estão previstas quatro rotações de pessoal da FAP efectuadas com aeronaves C-27A Spartan da Força Aérea Lituana e C-130H Hercules da Força Aérea Portuguesa, existindo a possibilidade de rotações adicionais.

Portugal participou já na missão de policiamento aéreo dos países Bálticos em 2007, nesse momento também com caças.

A missão tem como principal objectivo prevenir a incursão não autorizada de aeronaves no espaço aéreo da Lituânia, Estónia e Letónia.

Em Abril de 2014, a NATO implementou uma directiva que entre outras medidas, permite aumentar o reforço das capacidades de policiamento aéreo, em consequência do agravamento da crise no território Ucraniano.

Fotografia: Seis caças F-16AM Fighting Falcon integram o dispositivo da NATO para o policiamento aéreo dos países Bálticos (FAP).


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