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Os países do Golfo, objetivo das próximas exportações do Eurofighter

Durante uma reunião com a mídia, Domingo Ureña Raso, vice-presidente executivo da Airbus Military Aircraft Defence & Space Division, disse que o avião de combate europeu ainda tem um longo caminho de vendas, sinalizando como alvo os principais países do Golfo.

A demanda na região estaria dada por um contexto de envelhecimento da frota que precisa ser renovada no âmbito de um cenário de estresse que empurra os países desta região a se equipar militarmente para responder às ameaças. O maior potencial de exportação de Eurofighter concentra-se assim nesta parte do planeta. Em novembro passado, representantes dos quatro países parceiros do consórcio Eurofighter Typhoon realizaram uma reunião, na cidade escocesa de Edimburgo, que abordou a manutenção das capacidades industriais, o desenvolvimento de sistemas de armas e a manutenção da atual capacidade de exportação. Como parte desta reunião foi anunciada a assinatura do contrato de desenvolvimento do radar de abertura sintética Captor E-Scan. Durante a reunião, o CEO da Eurofighter, Alberto Gutiérrez, reconheceu que, no contexto das encruzilhadas atuais para a indústria de defesa européia, Eurofighter trabalha para programar as mudanças necessárias para sustentar este sistema de armas e continuar a melhorar as suas competências.

Como parte dessas melhorias, há poucos dias Aermacchi informou do primeiro lançamento de um míssil de cruzeiro Storm Shadow desde um Eurofighter Typhoon, como parte do programa de integração desta arma na aeronave.


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