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O Governo da Bolívia apela contra o leilão de 16 barcaças da sua Armada, determinado pela resolução emitida por um tribunal chinês

O ministro da Defesa do Estado de Bolívia, Rubén Saavedra Soto,  apresentou em nome do seu país um recurso jurídico contrário à Ordem  de Leiloar 16 barcaças fabricadas para a Armada Boliviana, parecer judicial emitido por um tribunal chinês de Quinjdao recentemente.
Segundo explicou Saavedra, o Embaixador da Bolívia na República Popular China apresentou os correspondentes documentos se opondo à mesma, considerando que as barcaças sem ao Estado Boliviano, que as tinha encomendado em 2011.
O parecer da Justiça decidindo leiloá-las está baseado na falta de pagamento ao governo da China, por parte da ENABOL ,“Empresa Naviera Boliviana”, pelo conceito de armazenamento. Segundo o ponto de vista do titular da pasta da Defesa, o mencionado pagamento significaria dobrar o custo dessas barcaças, aspecto pelo qual, segundo explicou, espera chegar a um acordo que permita cancelar a medida.
O caso das barcaças chinesas também está correndo processos na Justiça da Bolívia, contra ex funcionários da ENABOL e contra empresários coreanos, acusados de defraudar ao governo boliviano.
De acordo ao ministro da Defesa da Bolívia, a mesma existência destes  processos na Justiça, demonstra a vontade do Ministério de recuperar os recursos da ENABOL e do estado boliviano (Aldo Eyzaguirre, correspondente do Grupo Edefa na Bolívia)


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