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O avião de combate Rafale obteve um novo contrato e dispara o primeiro míssil Meteor

A Direção Generale de l'Armement (DGA) anunciou no dia 30 a venda de 24 jatos de combate Rafale do fabricante francês Dassault Aviation para o Catar. Este contrato está avaliado em 7.000 milhões de dólares e representa o firme compromisso de comprar 24 aviões de combate e 12 opções. A assinatura do contrato ocorrerá em poucos dias como confirmado pelo próprio DGA.


O fabricante francês obteve vários contratos para este avião de combate em um curto espaço de tempo. Depois de dar uma solução temporária para o programa MRCA indiana com o anúncio da venda de 36 desses caças, algum mês atrás anunciou a venda de mais 24 aviões ao Egito por 5.800 milhões de dólares, apenas com três meses de negociados os acordos. Além disso, as negociações com o país do Golfo Pérsico como Emirados Árabes Unidos continuam.


Durante anos o Rafale pareceu ficar relegado a servir unicamente na Força Aérea e Marinha francesa, porém, alcançou diversos êxitos comerciais depois do programa da Índia ficar estagnado alguns tempo. Além disto, um desses aviões lançou, o passado 28 de abril, um míssil além do horizonte ((BVRAAM) Meteor  do  fabricante europeu MBDA. Trata-se do primeiro lançamento completo depois de que em 2013 e 2014 foram realizadas as primeiras provas de  integração e separação em voo. O lançamento concitou a presença de especialistas da DGA francesa,    o fabricante do Rafale, a Dassault Aviation e dos mísseis, a MBDA.


A integração de Meteor míssil ar-ar de longo alcance faz parte do programa de melhoramento do avião de combate Rafale FR3, que deve ser implantado a partir de 2018 com a mais recente versão de seu radar, a AESA tipo RB32, que junto com a  melhoria do sistema de busca infravermelha permitirá atingir alvos que estejam a muito longa distância. (JNG)


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