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Austrália bota o primeiro dos HMAS Hobart projetados por Navantia

O 23 de maio teve lugar em Adelaide o ato de lançamento do HMAS Hobart, o primeiro dos três navios do programa AWD baseado no desenho dos F-100 fragatas construídas para a Armada espanhola pela Navantia. A cerimônia contou com a presença do presidente do estaleiro espanhol, José Manuel Revuelta. O ato de lançamento foi precedido pelo deslocamento de Hobart através de uma plataforma móvel capaz de se mover mais de 6.000 toneladas destruidor para a água.

Está programado começar os ensaios de navegação em um ano ou ano e meio, para ser entregue à Royal Australian Navy (RAN) em março de 2019. O programa de destroyers antiaéreos (Air Warfare Destroyer o AWD) Classe Hobart, denominado SEA 4000 compreende a fabricação na Austrália três destróieres de guerra antiaéreos.

Navantia forma parte junto a Raytheon Australia, Defence Materiel Organisation (DMO) e o estaleiro australiano ASC de AWD Alliance, do consórcio escolhido para fabricar os três destroyers.

Os destroyers antiaéreos se baseiam no projeto da última das fragatas F-100, a F-105 “Cristobal Colón”, a qual tem introduzido melhoras, se comparada às quatro anteriores. O estaleiro espanhol foi escolhido pelo governo australiano em junho de 2007, como projetista do sistema de plataforma para o programa, requerendo a participação do pessoal da empresa espanhola durante o processo. Como já temos informado na defensa.com, o programa dos destroyers AWD foi alvo de muitas críticas a causa de custos excessivos (estimados em 600 milhões de dólares) e do atraso de 30 meses. Um dos hitos mais importantes aconteceu em abril passado, quando a Hobart recebeu o sistema de lançamento vertical de mísseis.

Com um orçamento de 8.000 milhões de dólares, trata-se do programa de Defesa mais amplo e complexo da história da Austrália. Esta dotado do sistema AEGIS, da estadunidense Lockheed Martin, capaz de monitorar até uns 100 alvos aéreos a distâncias de até 250 milhas. A começos deste mês a Lockheed Martin obteve a manutenção do sistema de combate Aegis por US $ 275 milhões. (JNG)


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