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As Mulas Mecânicas da Einsa devem dotar à BRIPAC

A Chefia de Assuntos Econômicos do Comando de Apoio Logístico do Exército espanhol (MALE) decidiu a favor de Equipos Industriales de Manutención SA –EINSA- adjudicar o Acordo Marco de Veículos Especiais Aerolanzáveis (VEAs), popularmente conhecidos como "mulas". De acordo com a resolução, a proposta da Einsa, com a mais recente geração de veículos MM-1A Mk-2 ou Falcata, competindo neste processo (com número de ficheiro 0911 13 0051 00 2 (AM-0051/13-V) com a também espanhola  Quatripole Ingenieria SL, que ofereceu seu veículo Q-150D atende a todas as necessidades ,sendo  também  a proposta economicamente mais vantajosa.

O montante da proposta ascende a 1.610.752€. A concorrência determinou que o preço máximo para cada veículo seria 83.200 € sem impostos, e entre os requisitos técnicos básicos, que os mesmos poderiam ser aerolanzados desde aeronaves da Força Aérea. Assim, durante o programa de teste ao que as amostras apresentadas por ambas as empresas foram submetidas, registrou-se o lançamento efetivo dos mesmos a partir de um C-130 da Força Aérea na Base Aérea de Torrejón de Ardoz.

A mula mecânica Falcata, o nome pelo qual era designada a espada ibérica da idade antiga, vai dotar a Brigada Pára-quedista "Almogávares" VI, mais conhecida pela sua abreviação de BRIPAC. O Falcata é um veículo que atende perfeitamente a exigência do procedimento de "Aquisição VEA", organizado pela Chefia de Apoio Logístico do Comando do Exército (aviso publicado no Jornal Oficial da União Européia em 06 de dezembro de 2013 e BOE de 14 do mesmo mês). É necessário que o VEA selecionado possa ser transportado no compartimento de carga de aeronaves C-130, C295, A400M, e os helicópteros das FAMET, CH-47D, neste caso, tanto carga interior ou exterior, e, mediante este último procedimento nos AS332/532 Cougar.

Pela sua mobilidade, este tipo de veículos são ideais para missões internacionais mediante aviões leves e operar onde não há instalações próximas para permitir o pouso de aeronaves pesadas. Por isto, e freqüente ve-los operando em missões humanitárias ou de estabilização, por exemplo, na África recentemente. Devido às suas características e configuração são projetados para executar tarefas perigosas ou complexas, tais como transportando suprimentos para unidades que estão combatendo, ou fornecendo suprimentos as bases avançadas de áreas de lançamento ou de aterragem. Eles também podem realizar evacuações de baixas das áreas da linha de frente, onde os helicópteros médicos possam buscá-las. Outras missões possíveis seriam desminagem, sendo instalado o equipamento adequado, e apoiar com armas pesadas (metralhadoras de 12,70 milímetros, canhões de pequeno calibre ou mísseis).

A sua velocidade deve ser de pelo menos 50 kmh, um alcance de 500 km e deve transportar uma carga de 650 kg. ou até seis pessoas. Ele também deve ser capaz de operar em todas as condições de terreno e condições extremas, tais como lama, areia ou neve e dispor de uma carreta que permita a instalação de diferentes armas como uma metralhadora pesada, um lançador de granadas de 40 milímetros automático, mísseis Spike antitanque e anti-aeronaves e um lançador de mísseis Mistral.

Na última edição de Homsec vimos imagens do Falcata configurados com uma metralhadora pesada de 12,70 m / m, instalada na parte traseira da plataforma e uma meia MG-3 na parte dianteira do veículo, o que dá uma boa mostra da capacidade de transportar armas automáticas deste tipo, tão vitais nas primeiras fases de uma operação aérea. A respeito da oferta da Quatripole, de acordo com a resolução, teria sido excluída por não cumprir os requisitos técnicos previstos na Pasta de Especificação Técnica.


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