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A tripulação do porta-aviões São Paulo reduzida ao mínimo e a sua reforma adiada

O Comando de Operações Navais ordenou ao Comandante em Chefe da Frota a apresentação de um plano para reduzir a tripulação do navio-aeródromo de São Paulo (A12), dentro dos próximos 30 dias, para manter a bordo, exclusivamente um grupamento de manutenção e vigilância.

A medida visa, aparentemente, poder adaptar os investimentos no navio  de acordo com a situação orçamental em curso, uma vez que não é oficialmente percebida disponibilidade de recursos para a modernização do porta-aviões em 2018.

De acordo com o Comando de Operações Navais, esclarece-se que a decisão de reduzir a força do navio aeródromo (porta-aviões) "São Paulo" tem o objetivo de distribuir entre outros navios da frota esta tripulação, pelo menos os integrantes não envolvidos diretamente nos reparos futuros, e para manter vigente a formação e o treinamento deste pessoal.

"O navio permanecerá ativo, mas não  vai funcionar", diz a nota oficial também, no que muitos observaram uma fórmula estatística usada por vários organismos navais no mundo inteiro, alguns meses antes de desprogramar unidades.

Do seu orçamento anual, a Marinha do Brasil consome mais de 88% nos salários do pessoal e outros  itens relacionados, restando pouco mais de 11% para investimentos e manutenção. (Javier Bonilla)


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