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NATO realiza um segundo exercício submarino em seis meses e na mesma zona marítima

O Comando Marítimo Aliado da NATO (NATO Allied Maritime Command) de Northwood no Reino Unido iniciou em 22 de Fevereiro a execução do exercício de guerra submarina DYNAMIC MANTA 2016 (DYMA 16) ao largo da costa da ilha da Sicília na Itália. Até 4 de Marco, submarinos, navios de superfície e aeronaves de 8 membros da aliança atlântica exercitarão operações de guerra anti-submarina e guerra anti-superfície no centro do Mar Mediterrâneo. É a segunda vez que a NATO conduz um exercício de guerra submarina na mesma zona marítima nos últimos seis meses.

 

No exercício participam submarinos de ataques das marinhas da França, Grécia, Itália, Espanha, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos sob o controlo do Comando Submarino da NATO (NATO Submarine Command ou COMSUBNATO), pelos navios FS Var (A608) e FS Montcalm (D642) da marinha francesa, SPS Santa Maria (F81) da marinha espanhola e ITS Libeccio (F572) da marinha italiana.

 

Um total de 9 meios aéreos entre aeronaves de patrulha marítima e helicópteros são disponibilizados pela França, Alemanha, Itália, Espanha, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos sob a responsabilidade do Comando Aéreo Marítimo da NATO, o NATO Maritime Air Command ou COMMARAIRNATO a partir da Base Aérea de Sigonella em apoio a operações realizadas em ambiente simulado de ameaças múltiplas.

 

O objetivo do exercício é que a todos os participantes seja ministrado um treino complexo e desafiante, aumentando assim a interoperabilidade e eficiência na execução de operações de guerra anti-submarina e anti-superfície em condições de máxima segurança.

 

O exercício conta com uma equipa de quatro especialistas em guerra anti-submarina que a partir da Base Aérea de Sigonella analisam os eventos em tempo real e fornecem aos navios e aeronaves o relato da informação obtida. Este procedimento permitirá que sejam acelerados os procedimentos relativos ao processo da tomada de decisão, aumentados assim a eficácia e a prontidão na execução de missões de guerra anti-submarina.

 

Durante o decorrer do exercício naval, cada navio de superfície terá a oportunidade de executar operações de guerra submarina. Aos submarinos será dada a oportunidade de testarem a sua capacidade em "cacar" e serem "caçados", coordenando os seus esforços com os meios aéreos e de superfície.

 

De 11 a 23 de Setembro de 2015, a NATO executou na mesma área marítima um exercício similar com submarinos das marinhas da França, Grécia, Itália, Espanha, Turquia, Reino Undo e Estados Unidos; cinco navios da França, Alemanha, Itália, Turquia e Estados Unidos, e aeronaves do Canada, França, Itália, Turquia Estados Unidos. Victor M.S. Barreira.


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