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Grécia perto de despedir-se do A-7 Corsair II

A Grécia encontra-se muito perto de retirar do seu inventário o caça LTV A-7 Corsair II depois de 39 anos ao serviço da Força Aérea Helénica (Elliniki Polemiki Aeroporia). A retirada das últimas aeronave ?-7E Corsair II e ??-7C Corsair II empregues a partir da Base Aérea de Araxos pelo Esquadrão 336 "Olympos", hoje o único esquadrão a operar a aeronave, deverá ocorrer ainda este ano, possivelmente em Outubro.

A partir de 1975, a força aérea do país do Mediterrâneo recebeu inicialmente aeronaves de nova construção nas versões monolugar A-7H Corsair II e bilugar TA-7H Corsair II, e mais tarde unidades excedentárias da Marinha dos Estados Unidos nas versões monolugar A-7E Corsair II e bilugar TA-7C Corsair II.

Fora dos Estados Unidos, o A-7 Corsair II teve pouco sucesso na venda a países aliados, tendo sido fornecido apenas à Grécia, Portugal e Tailândia. O A-7 Corsair II é hoje considerado um caça mítico, principalmente pelas suas linhas fora do comum, interpretadas como imponentes e agressivas e pela elevada capacidade de emprego de armamento.

Para além dos A-7 Corsair II, a Força Aérea Helénica opera um conjunto alargado de caças nomeadamente os F-4E e RF-4E Phantom II, F-16C/D Fighting Falcon nas versões Block 30, Block 50 e Block 52+, e ainda os Mirage 2000 EGM/BGM e Mirage 2000-5.

A Grécia conserva umas forças armadas equipadas com sistemas de armas sofisticados, julga-se pela necessidade de dispor de uma capacidade de resposta militar adequada perante a Turquia, nação com a qual mantêm um diferendo político e territorial. (Victor M.S. Barreira).


Fotografia: ?-7E Corsair II com as cores da Força Aérea Helénica (Victor M.S. Barreira).


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