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A Força Aérea do Peru está avaliando as necessidades do país vir a adquirir radares 3D de vigilância

O Comando de Controle Aeroespacial da Força Aérea (COMCA) deu início a um estudo técnico-operacional orientado a analisar os requerimentos para “repor os radares e os equipamentos associados do Sistema de Vigilância e Controle do Espaço Aéreo Nacional”.  Numa primeira fase seriam requeridos 4 radares 3D de vigilância e alerta antecipada estando disponível um orçamento estimado em 82 milhões de dólares.

Isso confirma a informação adiantada na defensa.com sobre a decisão de adquirir radares, baterias de mísseis e MANPADS em processos separados e seqüenciais - de acordo com a dotação orçamentária - depois do fracasso dos quatro processos realizados entre 2011-2013 ela urgência de contar com uma cobertura racional de radares, tanto para a defesa como para a detecção e interceptação de aeronaves envolvidas no tráfico de drogas ilícitas, especialmente no Vale do Rio Apurimac, Ene e Mantaro (VRAEM), onde agora não há menos de 80 vôos ilegais registrados por mês. (Alejo Marchessini, Correspondente do Grupo Edefa em Lima).


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