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Chile e México mostrarão patrulheiros oceânicos na Exponaval 2014

O patrulheiro de zona marítima OPV-81 Piloto Pardo da Marinha do Chile e o patrulheiro oceânico PO-164 Revolución da Marinha do México serão os dois expoentes da indústria naval de ambos países que estarão presentes na Exponaval 2014, a feira naval e marítimas mais importante da América Latina, que ocorrerá entre os dias 2 e 5 de dezembro na Base Aeronaval Viña del Mar e no porto de Valparaíso, ambas cidades litorâneas chilenas.

Estas unidades têm em comum o fato de terem sido construídas pelos estaleiros estatais de cada país, no caso chileno pela empresa Astilleros y Maestranzas de la Armada (ASMAR) e no México pelos Astilleros de la Secretaría de Marina (ASTIMAR), com o propósito principal de cumprir trabalhos de vigilância e controle em suas respectivas jurisdições marítimas.

O patrulheiro de zona marítima do Chile foi desenhado pela companhia alemã Fassmer, segundo os requerimentos da instituição naval, e certificado pelo Lloyd’s Register of Shipping, cumprindo com todas as normativas internacionais vigentes, como também os convênios SOLAS e MARPOL.

O OPV-81 Piloto Pardo, de 1.728 toneladas, tem o porto de Talcahuano como sua base de operações, está capacitado para operar em toda extensão do litoral, resguardando os 27 milhões de quilômetros quadrados da área de responsabilidade do Chile, de acordo com os acordos internacionais
Suas principais funções são vigilância e controle da zona marítima jurisdicional; busca e resgate na zona marítima de responsabilidade nacional; controle e combate à contaminação aquática; apoio à manutenção da sinalização marítima e apoio logístico a zonas isoladas.

O patrulheiro oceânico ARM Revolución da Marinha do México é o mais recente da série de quatro unidades Classe Oaxaca, de desenho e construção própria, que se encontra em serviço.

Tem 86 metros de comprimento e 1.680 tonelada. Suas principais funções são exploração e patrulha no Mar Territorial e Zona Econômica Exclusiva, vigilância do tráfico marítimo, busca e resgate, apoio à população civil em casos de desastres, apoio a embarcações em condições climatológicas adversas, presença dissuasória e interdição contra navios ou aeronaves infratoras, além de operações em conflitos de baixa intensidade.

Para cumprir essas missões, respalda-se na plataforma principal, nas embarcações de apoio e em um helicóptero embarcado que, na configuração com que chegará ao Chile, será um AS 565 Panther. (Cristián Marambio, Correspondente do Grupo Edefa em Chile)


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