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Centro de Ciberdefesa Militar no Uruguai

O país vai criar um Centro de Respostas a Incidentes de Segurança Informática, CERT-Militar. O mesmo funcionará dentro da carteira de Defesa, com independência do CERTuy atual. Será a sua missão evitar ou minimizar incidentes e assegurar o funcionamento de sistemas críticos para as forças armadas ou serviços relacionados (emergência, sistemas de controle fronteiriços, de tráfego, aéreo ou marítimo, etc.), além dos aspectos de segurança operacionais relacionados com, a operação de  radares, sistemas de comunicação e instrumentos de navegação ou informações aéreas e náuticas. Assim, por um lado, continuara operar o CERTuy atual – dependente da AGESIC , Agência para o Desenvolvimento do Governo e da Sociedade da Informação e do Conhecimento Eletrônico, na órbita da Presidência da República - para agências civis e o CERT militar no Ministério da Defesa (provavelmente perto do ESMADE) para tudo o que for relacionado a esta área. Assim, o Uruguai apoia a tendência de separar as ações operacionais dos CERT militares e civis, como já fazem na região o Brasil (no Centro de Ciberdefesa, sob a égide do Exército), o Equador e, com uma estratégia bem definida, Colômbia. Neste país, começam a trabalhar as seguintes unidades: Grupo de Respostas a Ciber Emergências da Colômbia (Colcert), responsável por coordenar os aspectos nacionais de segurança cibernética e de defesa, o Comando Conjunto de Ciberdefesa das Forças Armadas, que terá a responsabilidade de salvaguardar os interesses do país no ciberespaço, e o Cibercentro da  Polícia , que será responsável pela prevenção , investigação e apoiar a acusação em crimes cibernéticos, com um Comando de Atendimento Imediato( CAI) para receber reclamações em tempo real. Outros países, como a Venezuela tem solicitado ao Brasil avaliar  recentemente a possibilidade de cooperação internacional, a fim de estabelecer seus próprios mecanismos, enquanto que no final de julho, durante uma visita ao seu colega espanhol, Pedro Morenés, do titular da Defesa do Chile, Rodrigo Hinzpeter, Chile e Espanha assinaram um acordo de cooperação sobre este assunto.
No Uruguai,  a nível local, entidades de Defesa e Agesic /CERTuy, devem assinar um acordo no día  11 de setembro  para ser depois aperfeiçoado.
Estima-se que, em matéria cibernética, as Forças Armadas requereriam uma maior assessoria para avaliar operacional, técnica e financeiramente os componentes informáticos dos novos sistemas militares, assim como o seu custo de manutenção de software e a correspondente atualização periódica, bem como a formação de recursos humanos idóneos. (Javier Bonilla)


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